Em que consiste a comunicação entre a pedra e a pessoa?

Como pode exercer um pedaço de matéria uma influência sobre o nosso organismo?

Como se pode explicar o seu efeito curativo?

Na física é conhecido, faz já um século, que cada corpo, cada organismo, cada “coisa material”, seja uma pedra, uma planta ou um cubo de plástico, possui uma irradiação. Muitos processos físicos e químicos são acompanhados da captação (absorção) e da cedência de radiação, isto é, sempre existe uma captação de calor, luz ou outro tipo de radiação eletromagnética e sempre se cede calor, luz ou outro tipo de radiação electromagnética. Nós próprios e todo o que nos circunda estamos sempre rodeados por um campo electromagnético. Por isso, nos encontramos sempre, num permanente intercâmbio energético com o nosso meio ambiente. Isto começa com a luz do sol, que captamos e que voltamos a irradiar em forma de calor. Nos somos constantemente transmissores e recetores de radiação.

A pedras ou cristais também possuem uma irradiação parecida. Trata-se de uma irradiação originada pela transformação da luz absorvida e que se situa predominantemente no âmbito da radiação infravermelha e de microondas ou radiação gama (um tipo de radiação electromagnética. Algumas doenças são hoje tratadas com utilização da radiação gama, como é o caso do cancro). A radiação infravermelha é absorvida nas camadas superiores do corpo, pelo que a sentimos em forma de calor. As microondas penetram através de todo o organismo, chegando em principio a todos os tecidos e órgãos.

Nós somos fontes de luz própria. Nosso organismo brilha: cada célula, cada tecido, cada órgão tem sua irradiação específica e gera assim campos magnéticos muito específicos. Esta irradiação serve para a comunicação. Está cientificamente comprovado que o núcleo das células emitem impulsos elétricos – irradiam – e que estes são usados como forma de comunicação entre as células e para a coordenação entre tecidos e órgãos. Ou seja, cada núcleo celular envia fotões (pequenas partículas de luz) em alta intensidade e se comunica assim com as células, tecidos e órgãos. A comunicação entre células efetua-se na realidade através da luz.

 O que pode realmente fazer esta luz?

O que denominamos como “luz” é só uma pequena parte de toda a radiação eletromagnética existente, mesmo aquela parte que conseguimos perceber com os nossos olhos. A esta parte também é denominamos de espectro “visível”. Justo a este espectro visível existem também outros tipos de radiação, como por exemplo as ondas de rádio, radiação infravermelha (radiação de calor), luz ultravioleta (luz UV), microondas ou radiação gama. Todas têm em comum o seguinte: qualquer forma de radiação é um veículo de informação!

Precisamente isto acontece entre a pedra e a pessoa. As pedras também irradiam e, como são existências muito sólidas, a maioria também aporta sempre a mesma informação. Podemos compará-las a emissoras de rádio que emitem sempre o mesmo programa. Desta forma, cada pedra tem a sua luz específica ou sua radiação específica que pode naturalmente influenciar sobre o nosso organismo. Se levamos uma pedra em contato com o nosso corpo, a luz que irradia vai influenciar inevitavelmente com a “comunicação de luz” entre as células e produzirá determinadas reações.

Em todos os casos se produz um efeito. Agora que este efeito se transforme num efeito terapêutico depende de dois fatores:

  1. Do que precisamos nesse momento;
  2. Do que oferece a pedra ou da informação irradiada por ela.

Se ambos se ajustam, produz-se a cura. Com isto, podemos afirmar que a cristaloterapia pode ser incluída dentro das terapias de informação, como a homeopatia, a terapia com flores de Bach, a aromaterapia. Não é a substância química que atua, senão a informação transmitida por ela.